

Navegue pelas indicações
e descubra novos caminhos
de estudo.

ACERVO DO ASSOCIADO
Um espaço colaborativo criado para valorizar e compartilhar as referências que inspiram quem faz parte do Brasilcon. Aqui, nossos associados indicam obras que ampliam o olhar sobre o Direito do Consumidor e seus diálogos com a sociedade — livros, artigos, documentários, podcasts, filmes e muito mais.
Cada recomendação representa uma contribuição singular para o fortalecimento do conhecimento crítico, interdisciplinar e atualizado que move a nossa comunidade.

Jonas Sales


Neste livro, a magistrada, jurista e ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia Antunes Rocha reúne os trinta artigos da Declaração dos Direitos Humanos e apresenta, para cada um deles, interpretações que mesclam história, ficção e um amplo olhar humanista.
Cada artigo é ilustrado por uma obra do pintor Candido Portinari, que tem seus grandes painéis, “Guerra e paz”, cedidos justamente para a sede da Organização das Nações Unidas, órgão criado após a Segunda Guerra Mundial para sedimentar juridicamente a aliança entre os países depois do conflito que matou milhares de pessoas. Portinari também pintou a fome e as desigualdades sociais do Brasil.
Jonas Sales


Depois de escrever TeoriadaConstituição (Editora Forense), em 2003, Carlos Ayres Britto volta a publicar um livro de Direito.
Um livro que versa o atualíssimo tema do humanismo. Humanismo que, para o autor, se transfunde na contemporânea democracia de três vértices, a saber: democracia procedimentalista, democracia substancialista, democracia fraternal.
É uma fascinante viagem pelo interior da Constituição brasileira de 1988, para culminar com a afirmação de que ao Poder Judiciário é que incumbe, em última análise, garantir a plena eficácia do humanismo enquanto categoria jurídica.
Jonas Sales


Na leitura da obra machadiana, Miguel Matos destaca a númerosa presença de advogados, desembargadores e bacharéis, entre outros diversos personagens do meio jurídico.
Focalizando esse prisma machadiano, Miguel Matos nos mostra que Machado de Assis era praticamente um jurista, valendo-se em diversas situações da linguagem jurídica para compor os enredos.
A obra é como um Código jurídico, dividido em capítulos, artigos e incisos. Para Luís Roberto Barroso, o Código de Machado de Assis é diferente de tudo o que já foi publicado. O ministro do STF prefacia o trabalho, que também conta com apresentação de José Sarney, da Academia Brasileira de Letras.